Como fazer Inspeção do Trava Quedas Retrátil


28 de Novembro, 2019
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A inspeção do trava quedas retrátil deve ser realizada para evitar surpresas, garantindo as condições adequadas de uso do equipamento. Por se tratar de um equipamento mecânico esta inspeção é compulsória pela norma técnica do equipamento e obrigatória pela legislação – isto garante segurança para todos os envolvidos.

O trava quedas retrátil é um elemento de conexão do Sistema de Proteção Contra Quedas (SPCQ) que tem por objetivo unir o ponto de ancoragem (troler + linha de vida) ao cinturão tipo paraquedista. Deste modo, o equipamento possui uma função retrátil e de trava automática, similar ao cinto de segurança de um automóvel. Está função é acionada por uma determinada aceleração e velocidade provocada por uma queda.

Esses dispositivos são calibrados para bloquear a queda livre em pequenos deslocamento, pois ele não permite que o trabalhador adquira velocidade ao entrar em queda livre, onde os cabos ou fitas acondicionados em um carretel retrátil são protegidos por uma caixa. Esse mecanismo permite a blindagem contra as intempéries do sistema retrátil e de frenagem do trava quedas.

Um dos componentes importantes do trava quedas retrátil é o indicador de impacto (sobrecarga) integrado ao mosquetão dupla trava do trava quedas retrátil. Sua função é sinalizar (normalmente através de uma fita vermelha) que o equipamento sofreu um severo esforço. Caso esta fita vermelha esteja visível o equipamento deverá ser retirado de operação. Após a retirada deverá ser enviado ao fabricante para substituição do mosquetão dupla trava por outro novo.

exigida pela NR 35, da inspeção na aquisição do produto.

As datas de referência para inspeção podem ser:

  • Data de fabricação do produto;
  • Data de nota fiscal de aquisição do produto pelo usuário;
  • Data do primeiro uso com o registro escrito ou digital.

A partir desta data deve ser feito um registro para a próxima inspeção – que pode ser em janelas menores do que 12 meses caso a exigência do produto seja muito grande ou o ambiente muito agressivo.

Não temos a cultura de registrar o primeiro uso do equipamento, salvo as empresa que têm processos já definidos. A data de nota fiscal muitas vezes não contempla uma rastreabilidade que identifique o lote e ou número de série do equipamento específico. Entretanto, a data de fabricação pode ser mais indicado devido ao fácil acesso ao registro e referência 0 zero.



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